Arquitetura por amor: o caso Taj Mahal

A obra prima da arquitetura muçulmana construído no século 17 é o mausoléu mais bonito da Índia. Ele foi feito com o objetivo de abrigar o corpo da rainha Mumtaz Mahal (ou Arjumand Banu Begum).

Em 1631 a rainha morreu dando à luz seu décimo quarto filho. Seu marido, o imperador Shah Jahan, ficou tão abalado por perder sua esposa que proibiu celebrações e ficou 2 anos de luto.

Arquitetura por amor: o caso Taj Mahal

No ano seguinte Jahan mandou construir um complexo que demonstrasse o tamanho do amor do casal e então surgiram 17 mil quilômetros quadrados à beira do rio Yamuna. Uma das maiores provas de amor da história que eternizou a memória de Mahal.

Essa construção demorou 22 anos e seu tamanho equivale a um prédio de 20 andares e um gigantesco jardim. Para isso, cerca de 20 mil trabalhadores de outros locais do país (e até de outros países da Ásia) foram levados para a cidade.

Como as famílias destes trabalhadores também foram levadas, eles se firmaram na cidade, sendo possível encontrar seus familiares até os dias de hoje.

No piso inferior do mausoléu, seguindo a tradição islâmica que evita túmulos cheios de adereços, os corpos do casal repousam em uma câmara simples.

Ao passar dos anos, a poluição foi aumentando e o Taj Mahal ficou amarelado. Para sua preservação, o governo indiano impôs uma lei que proíbe automóveis de se aproximarem do complexo.

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