A erupção vulcânica que preservou Pompéia

Localizada nos arredores de Nápoles, no sul da Itália, Pompéia é um dos sítios arqueológicos mais fascinantes do mundo.

Ironicamente as ruínas romanas da cidade foram bem preservadas graças ao desastre do Monte Vesúvio que a destruiu, em 79 dC.

A erupção vulcânica que preservou Pompéia
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Toda a cidade foi coberta por um manto de cinzas vulcânicas após uma erupção cataclísmica e permaneceu soterrada por essa poeira até  o século 18 deixando-a intocada e praticamente invisível por mais de 1.500 anos.

Antes da erupção, a população já havia experimentado uma série de pequenos terremotos, mas isso era comum naquela cidade e ninguém levou muito a sério. Mas depois de algumas atividades sísmicas, o vulcão entrou em erupção e matou cerca de 2 mil pessoas e destruindo a vida da cidade.

Além de Pompéia, o desastre cobriu outras cidades romanas que faziam fronteira, mas não foi tão forte e grande parte da população conseguiu fugir. Quando voltaram, ainda era possível encontrar partes da cidade.

A cidade foi redescoberta apenas em 1748, por um arquiteto italiano, e logo já começaram as escavações. Os arqueólogos perceberam que a preservação daquele local era incrível e muitas descobertas poderiam ser feitas.

Foram descobertos edifícios, objetos como afrescos intactos e até um forno com pães crus dentro. 

Atualmente o local é patrimônio mundial da UNESCO e recebe milhares de turistas todos os anos.

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