As olimpíadas e a arte

As olimpíadas e a arte

Em 1912 o idealizador das olimpíadas colocou algumas categorias que hoje em dia não encontramos mais e que talvez faça falta para algumas pessoas, já que o torneio ficava ainda mais especial com elas.

Quando o fundador dos Jogos Olímpicos modernos, Pierre de Coubertin, estava criando essa espécie de festival esportivo, achou que uma das grandes contribuições da humanidade para o mundo eram as artes e por isso decidiu colocar algumas categorias artísticas nesse evento.

Quais as categorias das olimpíadas?

As categorias eram música, literatura, pintura, escultura e arquitetura, além de serem muito aguardadas durante aquela época, era um diferencial chamativo já que contava com mais de 2 mil artistas do mundo todo.

Como os artistas grandes e famosos não queriam participar, apenas os amadores participavam e assim conseguiam mais atenção para seus trabalhos, mas isso acabou causando um problema. Os juízes acabavam julgando que ninguém merecia a categoria de ouro e geralmente apenas medalhas de bronze eram dadas.

Alguns desses artistas eram também atletas e perceberam que conseguiriam ganhar medalhas mais altas em outras categorias. É claro que existiam exceções, como foi o caso do Walter W. Winans, que em 1912 conseguiu não apenas uma medalha de prata por tiro ao alvo e ouro na modalidade de escultura.

Qual o motivo de terem retirado as categorias?

Todas as vezes que as comissões julgadoras escolhiam um vencedor, havia uma grande repercussão, já que mesmo tendo pessoas de todos os países na comissão, os padrões utilizados para o julgamento eram ocidentais clássicos e acabavam excluindo outras culturas, sendo impossível ganhar medalha dessa maneira, mesmo que o artista fizesse um bom trabalho.

Com as categorias ficando cada vez mais polêmicas, muitos começaram a pensar que seria necessário fazer algumas mudanças nos Jogos Olímpicos e ao invés de realizarem uma competição mais justa com outras tradições e culturas, em 1951 Coubertin faleceu e com isso, precisavam de outra pessoa para ocupar seu lugar na presidência.

Foi então que Avery Brundage, um atleta norte-americano, entrou e decidiu que retirar todas as modalidades artísticas seria o melhor caminho a ser seguido.

Heranças dos jogos

Diversas artes e tradições começaram a ser mais exploradas e conhecidas ao redor do mundo, fazendo com que a disseminação artística ficasse cada vez maior. Com isso, muitas obras incríveis foram criadas, como é o caso do Estádio Olímpico de Amsterdam, feito pelo holandês Jan Wils, durante as olimpíadas de 1928.

Peaky Blinders: uma história real

No dia 10 de junho saiu a sexta temporada de Peaky Blinders, uma série de ficção histórica que traz ao conhecimento público a história de uma gangue inglesa.

Mesmo que alguns pontos sejam fictícios, a série foi baseada em fatos reais, como o nome por exemplo, o nome. A gangue realmente se chamava Peaky Blinders.

Peaky é uma referência para as boinas com aba que todos os integrantes usavam, já a parte do Blinders é um pouco mais vaidoso, já que essa gíria de Birmingham era para designar uma aparência elegante e essa elegância toda era uma marca especial da gangue, já que era incomum que membros de qualquer outra gangue se vestissem tão bem naquela época. Seus ternos sob medida realmente deram o que falar porque dessa forma toda a população de Small Heath, a polícia e as gangues rivais conseguiam os distinguir de cara.

E esse nome combinava não apenas com a aparência deles mas como o modo de agir do grupo, já que abordavam as pessoas por trás e cobriam o rosto delas usando a famosa boina, assim não saberiam quem havia roubado elas.

A família Shelby da vida real nunca existiu, já que a gangue era formada apenas por amigos mas alguns membros foram inspirados por pessoas reais. Thomas Shelby era na verdade Thomas Gilbert, responsável por realizar grilagem de terras. Já Billy Kimber, ao contrário do que mostra na série, era um membro Peaky também, mas decidiu sair e criar sua própria gangue, a chamada Brummagen Boys.

Em 1890 a área de Small Heath, em Birmingham, era a mais pobre e perigosa de toda a Inglaterra e foi exatamente nela que surgiram os Peaky Blinders. Nesse mesmo ano um homem com o crânio quebrado apareceu e ficou conhecido como o primeiro assassinato do grupo.

Mesmo com toda a agressividade, roubos, apostas ilegais, invasão à domicílio e porte ilegal de arma, os membros ficavam no máximo um mês presos por causa de seus esquemas de proteção através de corrupção policial e suborno. Assim como na série, eles de fato controlavam toda Birmingham.

Sim, o grupo tinha realmente fazia apostas de cavalos e futebol, mas naquela época qualquer pessoa podia apostar ou ser um bookmaker. O que eles faziam de diferente e ilegal era a extorsão, já que ficavam com até 50% da renda das casas de apostas da região. Os só saíram do poder na década de 1930, quando o líder de uma gangue italiana chamado Charles Darby Sabini tomou conta.

Outro fato que foi levemente modificado foi o corte de cabelo da série, mesmo que os Blinders tivessem esse corte, eles usavam apenas uma mecha de cabelo para fora da boina e isso era uma marca registrada dos Peaky Blinders.

Talvez o personagem que mais chame a atenção hoje em dia seja o político inglês Oswald Mosley, amigo de Mussolini e Hitler. Além de possuir o título hereditário de 6º Baronete, também fez parte da cavalaria e da Royal Flying Corps durante a Primeira Guerra Mundial, só parou quando sofreu um acidente e seu tornozelo quebrou, ficando inválido para participar da luta.

Pouco tempo depois, em 1918, já era muito popular na Câmara dos Comuns e participava de partidos políticos como o Partido Independente e o Partido do Trabalhador. Quando casou com Lady Cynthia Curzon, a festa de casamento contou com presenças ilustres como a do rei George V e da rainha Mary de Teck.

Após sua primeira esposa morrer, Mosley casou-se novamente, dessa vez com uma de suas amantes (Diana Guinness) e em 1936 a lista de convidados do novo casamento contava com o próprio Adolf Hitler.

Achando que estava popular o suficiente, criou seu próprio partido chamado New Party (depois mudou para União Britânica de Fascistas), que contou com a proteção da gangue Biff Boys. Após conhecer as táticas de Hitler e Mussolini, decidiu ir para o lado fascista e a usar a mesma simbologia que os extremistas, chegando a criar seu próprio uniforme, aquela roupa toda preta que foi mencionada da série.

Na série da Netflix e da BBC, Thomas Shelby menciona várias vezes que jornais como Daily Mail e Daily Mirror eram ruins, isso se dá por causa da afiliação dos donos destes jornais (na vida real) ao partido de Oswald Mosley.

Como havia participado da Primeira Guerra Mundial, um de seus objetivos era evitar a Segunda Guerra Mundial ao se aliar com Hitler, mas nunca conseguiu ganhar força, mesmo ganhando um assento dentro do Parlamento Britânico, nunca conseguiu ser bem sucedido na política.

Ao contrário do que se diz na série, o grupo Peaky Blinders foi criado antes da Primeira Guerra, mas realmente participaram da batalha e muitos voltaram com transtorno de estresse pós-traumático, o que fez com que o grupo ficasse mais fragilizado e com o tempo, acabou perdendo importância.

Mesmo que a série não seja completamente baseada em fatos reais, vale a pena assistir.

A curiosa Ilha de Páscoa

Também conhecida como Umbigo do Mundo ou Olhos, esta região chilena é uma pequena ilha vulcânica de apenas 12 Km de largura. A Ilha de Páscoa é lar de diversos mistérios.

Vivem cerca de 4 mil habitantes na ilha e 80% apenas na capital, Hanga Roa. E é exatamente com o povo local que as histórias misteriosas começam, por volta de 1200 d.C. a 1500 d.C o povo Rapanui construiu quase 900 Moais de 3 e 20 metros de altura, aquelas estátuas esculpidas em pedra vulcânica famosas. Até hoje não se sabe ao certo como a civilização Rapanui desapareceu e nem como conseguiram fazer tais construções artísticas.

Construir naquela época o que é o maior monumento de todo o Pacífico Sul até os dias de hoje não deve ter sido nada fácil, já que não existiam máquinas para transportar as pedras gigantes de uma parte para outra naquele terreno irregular da ilha. O palpite é que elas tenham sido transportadas em troncos, como a tática conhecida por outras civilizações, como a Maia.

Para quem deseja visitar a Ilha, na praia Hotu’iti existem 15 moais um ao lado do outro.

O palpite do objetivo dessas construções era que o antigo povo pensava que os moais protegiam as pessoas e por isso a maioria foi construído de costas para a praia. As estátuas seguem um padrão de rostos mais retangulares e postura ereta, mas alguns possuem a cabeça arredondada e pequena e até hoje não se sabe o motivo dessa diferença.

Mas suas terras áridas, clima frio, águas geladas e história misteriosa atraem milhares de turistas todos os anos e é disso que o povo de lá vive até hoje. Os 4 vulcões que há 3 milhões de anos atrás criaram a ilha estão inativos atualmente e por isso não existe risco de viver ou conhecer o local.

Os vulcões se chamam Rano Kau, Rano Raraku e Po Ike e fazem parte de um sítio arqueológico maravilhoso e aberto ao público.

Ao ser descoberta, em 1772 em um domingo de Páscoa, o criativo almirante holandês Jacob Roggeven a batizou de Ilha de Páscoa.

A população (cerca de 15 mil habitantes) que já vivia lá provavelmente eram polinésios vindos da Ásia e se chamavam Rapa Nui e sua escrita em hieróglifos se chamava rongo-rongo mas infelizmente nenhum pesquisador conseguiu decifrar esta língua.

Os Rapa Nui tinham o costume de ter o chamado Culto ao Homem Pássaro, onde as pessoas percorriam toda a encosta da ilha juntamente com um pequeno ovo e quem conseguisse trazer esse ovo intacto em primeiro lugar, seria o eleito para governar a Ilha por um ano. Esse evento acontecia onde hoje é a Aldeia de Orongo e está na beira de um penhasco, e assim como os vulcões, os turistas também podem conhecer.

Outro de seus costumes e provavelmente um dos motivos que possa ter feito a civilização desaparecer foi o cultivo errado das terras já que o solo ficou empobrecido e as florestas dali sumiram, dificultando a sobrevivência de todos que viviam ali.

Atualmente a Ilha de Páscoa é território do Chile, mas desde 1770 estava sob domínio espanhol.

Mulheres Revolucionárias: 4 pintoras pioneiras

Muitas artistas dos séculos 18 e 19 enfrentaram barreiras por causa de seu gênero para receber o devido reconhecimento. Mesmo com essas dificuldades, as pintoras decidiram continuar e criar novas técnicas, sendo pioneiras.

Não existiam proibições especificas sobre as mulheres no mundo da arte, mas elas sempre foram sub -representadas, sendo até confundidas por homens no momento em que um quadro era colocado em um museu. Até hoje ainda estão sendo descobertas à medida que suas obras são reavaliadas.

ÉLISABETH VIGÉE LE BRUN

Essa pintora parisiense ficou muito conhecida em sua época e suas obras se transformam do estilo  rococó para o neoclássico. Até hoje alguns de seus trabalho são famosos, como o retrato da rainha francesa Maria Antonieta e muitos nobres solicitavam suas obras, principalmente durante a Revolução Francesa.

ROSA BONHEUR

Rosa deu o que falar no mundo da arte em 2020, pois sua casa foi comprada por uma mulher para que fosse revitalizada e se tornasse um museu, conhecido atualmente como Château de By.

Bonheur era uma artista do século XIX que ficou conhecida por suas pinturas de animais e por ser a primeira artista a receber a Légion d’Honneur. Popular entre chefes de estado e imperatrizes, ela foi uma das poucas pessoas a conseguir uma permissão especial para usar roupas masculinas.

Uma das obras mais famosas é a The Horse Fair que hoje está pendurada no Metropolitan Museum of Art.

ANGÉLICA KAUFFMAN

Essa artista suíça recebeu um treinamento especial desde muito nova para que suas técnicas fossem aperfeiçoadas cada dia mais, se tornando uma pintora neoclássica proeminente ao longo dos anos. Seus retratos aristocráticos se espalharam por toda a Europa e em 1766 Angélica se tornou uma das fundadoras da Royal Academy of Arts.

MARGUERITE GÉRARD

Essa jovem entusiasta morava com dois artistas conhecidos, sua irmã Marie-Anne Gérard e seu cunhado Jean-Honoré Fragonard no palácio real do Louvre. Para conseguir praticar e melhorar sua arte, ela imitava as pinturas de sua família, mas depois de um tempo começou a retratar cenas da vida cotidiana e por ter quadros acessíveis, acabou se tornando popular.

Mulheres Revolucionárias: as irmãs Brontë

Antigamente muitas áreas eram vistas como masculinas, ou seja, as mulheres não podiam trabalhar nelas. A literatura é uma delas, mas para seguir a paixão da escrita, muitas mulheres usavam pseudônimos masculinos para que seus livros fizessem sucesso.

A família Brontë é um ótimo exemplo disso. As irmãs Charlotte, Emily e Anne são responsáveis por livros famosos até os dias de hoje, como O Morro dos Ventos Uivantes e Jane Eyre.

Mulheres Revolucionárias: as irmãs Brontë

Embora não fossem de classe alta, as irmãs ficaram famosas com as publicações de livros, alguns deles baseados em suas próprias vidas. As três começaram a trabalhar desde muito novas como governantas e professoras.

Charlotte Brontë começou a usar o pseudônimo de Currer Bell após seu primeiro trabalho, O Professor, não ter ido tão bem. Já seu segundo livro, Jane Eyre, foi um sucesso.

Já Emily decidiu usar o nome Ellis Bell quando publicou seu único romance, chamado O Morro dos Ventos Uivantes e assim que foi lançado, gerou grande confusão e polêmica entre a geração daquela época.

Além do livro, também escreveu diversos poemas que hoje em dia são muito cobiçados por colecionadores e bibliotecas.

Nenhuma outra obra foi publicada pois Emily morreu de tuberculose um ano após a publicação de seu livro, aos 30 anos.

A última e mais nova irmã da família, Anne, também conhecida pelo pseudônimo de Acton Bell, decidiu publicar um novo volume ao livro de sua irmã Emily. O anexo contava a história de Agnes Gray e também foi baseado na vida das garotas. Poucos meses mais tarde, Anne publicou a obra O Inquilino de Wildfell Hall e não decepcionou, pois o livro entrou para a grade de sucessos da família.

Infelizmente, Anne também morreu muito jovem, aos 29 anos, com a mesma doença da irmã.

Os críticos daquela época aclamavam as obras e não tinham dúvidas que os autores dos livros eram homens, já que eram histórias brutais e mulheres jamais conseguiriam escrever tais coisas.

Alguns até pensavam que as três irmãs eram, na verdade, apenas um homem com três nomes diferentes, ou seja, existia apenas um autor.

10 filmes sobre as duas Grandes Guerras

A Primeira Guerra Mundial aconteceu de 1914 até 1918. Muitas disputas estavam acontecendo naquela época, o que acabou tornando um conflito em uma guerra global.

Já a Segunda Guerra Mundial durou de 1939 a 1945, e envolveu todas as grandes potências do mundo. Pode-se dizer que esta guerra foi uma consequência da primeira.

Nesta lista você encontra alguns filmes que ajudam a entender o cenário daquela época.

  • 1917 (Primeira Guerra)
  • Dunkirk (Segunda Guerra)
  • Glória Feita de Sangue (Primeira Guerra)
  • Corações de Ferro (Segunda Guerra)
  • O Jogo da Imitação (Segunda Guerra)
  • A Ponte de Waterloo (Primeira Guerra)
  • A Menina Que Roubava Livros (Segunda Guerra)
  • Carlitos nas Trincheiras (Primeira Guerra)
  • O Menino do Pijama Listrado (Segunda Guerra)
  • O medo (Primeira Guerra)

As diferenças no universo da Marvel

Quem nunca assistiu um filme da Marvel, não é mesmo? Mas você sabia que existe muito mais além do que os filmes te mostram? Este universo é repleto de surpresas e diferenças entre HQs e mitologias, já conhece alguma delas? Com certeza as mudanças vão muito além de uniformes como a armadura do Aranha de Ferro.

Wanda e Pietro

Como a Marvel não possuía os direitos de X-Men quando foram criar os filmes, foi preciso fazer uma grande mudança para adaptar a história dos irmãos Maximoff. Nas HQs a origem dos gêmeos é em X-men, já que os dois são filhos de Magneto. Como não era possível inserir essa mesma história nos filmes, Wanda e Pietro passam a ser pessoas normais, com uma família quase desconhecida e ganham seus poderes através das joias do infinito.

Thor

O deus loiro e musculoso da Marvel, que controla trovões e tempestades e voa com o seu martelo mágico, chamado de Mjölnir, é bem diferente do Thor mitológico que o povo nórdico conhece. Mesmo que a versão ruiva e barbuda deste deus estivesse sempre em  campos de batalha para conseguir mostrar toda a sua glória, ele não conseguia voar apenas com o seu martelo, também precisava usar sua luva e cinto, chamados de Járngreipr e Megingjord (respectivamente), e uma carruagem puxada por dois bodes.

O próprio martelo do deus foi feito de maneira diferente também, já que na realidade quem encomendou e iria ter posse dele, era Loki, seu meio-irmão.

Além disso, o Thor nórdico era casado, e não era com a enfermeira Jane Foster, mas com outra deusa, a Sif, que também já apareceu nos filmes da Marvel mas não foi confirmado nenhum tipo de relacionamento amoroso.

Com certeza o personagem da MCU seria menos glamuroso se precisasse ser puxado por um bode para voar.

Visão

Existem muitas diferenças na criação do personagem Visão, como a sua origem e seu objetivo de vida. Nos quadrinhos, uma antiga entidade dividiu o Tocha Humana (Quarteto Fantástico) original em duas criaturas. O Tocha original ficou em uma das partes, enquanto a outra parte foi usada por Ultron, que decidiu usá-lo para criar o Visão.

Mas uma das maiores diferenças é a pedra que fica alojada em sua cabeça. Conhecida nos filmes como Joia da Mente, ela concede ao personagem um pouco de todo o conhecimento do mundo, uma espécie de consciência coletiva, além de outras habilidades como a telecinese. Mas na história original, esta pedra se chama Pedra Solar, ela absorve energia solar, fazendo com que o Visão funcione.

Loki

O mundo da Marvel apresentou o arqui-inimigo de Thor mas também seu meio-irmão como um deus da trapaça, um ser maligno e mentiroso desde criança, que cresceu com desprezo e ódio de toda Asgard.

Ao contrário do que se possa imaginar, na mitologia nórdica ele apenas tentava fazer brincadeiras que muitas vezes não eram bem vindas. Mesmo assim, quando precisavam de sua ajuda, ele não hesitava. Os deuses só se revoltaram contra ele por causa de um incidente com Baldur.

Nebula

A trajetória desta personagem com certeza é bem marcante, já que no início podemos ver uma Nebulo impiedosa e com o passar do tempo, ela passa para o lado dos heróis. A grande diferença entre filme e HQ é quando ela se vira contra seu pai, Thanos. No filme ela ajuda a todos, mas nos quadrinhos a heroína decide tomar a Manopla do Infinito e acaba se tornando ainda mais perigosa que Thanos.

Hela 

Nas telonas conhecemos esta deusa como a irmã de Thor e Loki, mas na mitologia nórdica ela é filha de Loki, não Odin. Ou seja, Hela é sobrinha de Thor, e não irmã. Ela também nunca saiu do submundo, e não destruiu Asgard.

Além disso, quando Thor perdeu seu martelo, ela foi quem o ajudou a achá-lo.

Mais informações aqui.

Os monumentos brasileiros

Uma onda de derrubar estátuas e monumentos está acontecendo ao redor do mundo, casos em Portugal, Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.

Um dos primeiros casos aconteceu em 9 de junho, o alvo foi uma estátua de Cristóvão Colombo, que ficava em Boston (Estados Unidos).

Estes acontecimentos são uma forma de mostrar o descontentamento dos símbolos colonialistas e racistas que estão expostas no mundo. Como estão na rua e apenas com seus nomes gravados, ou em muitos casos, nem o nome era possível encontrar, as pessoas entendem que esta é uma forma de homenagear estas figuras do passado que causaram dano na vida de muitas pessoas.

O Brasil também está começando a entrar neste movimento, mas você conhece as pessoas por trás das estátuas e monumentos do país?

Manuel Borba Gato

Os monumentos brasileiros
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O bandeirante paulista que ficou conhecido após uma discussão com um fidalgo. Manuel assassinou o homem e decidiu se esconder entre as matas locais, pois sabia que seria preso. Ele acabou se deparando com o Rio das Velhas, onde encontrou ouro e decidiu negociar com as autoridades o perdão pelo crime em troca de revelar a localização do ouro. Conseguiu não apenas o perdão, como um cargo de lugar-tenente na cidade mineira de Sabará, em 1698.

Com o passar dos anos foi ascendendo dentro de sua profissão, já que era muito querido pelos governadores de São Paulo porque entregava diversas permissões, como para explorações de minas, para amigos e parentes e para Portugal. Ou seja, além de suas próprias expedições, ele consentia a exploração de terceiros.

Nestas expedições, além de extrair metais preciosos e destruir o meio ambiente, também aconteciam caças indígenas e escravização dos mesmos, para que durante a extração, ninguém precisasse trabalhar além dos escravos.

Atualmente é possível encontrar uma estátua no Museu Paulista (Ipiranga) e outra em Santo Amaro.

Anhanguera

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Saindo do sertão de Goiás em 1682, Bartolomeu Bueno da Silva começou uma expedição com seu filho e alguns escravos com o objetivo de chegar ao Rio Vermelho para encontrar ouro, mas chegando lá se deparou com uma aldeia indígena e então resolveu pedir informações lá. Como o povo se recusou a passar qualquer tipo de informação, Bartolomeu ateou fogo em um pote de aguardente e ameaçou colocar fogo em todos os rios e lagos daquele local se ninguém contasse onde era possível encontrar ouro. Com medo, lhe passaram a informação e o apelidaram de Anhanguera, que significa “Diabo Velho”. Assim que encontrou o ouro, Bartolomeu fundou o Arraial de Santana, que hoje é a Cidade de Goiás.

Hoje existem alguns monumentos em sua homenagem, como por exemplo o localizado na Avenida Anhanguera, em Goiás, e outro no Parque Trianon em São Paulo.

Joaquim Pereira Marinho

Os monumentos brasileiros
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Este militar e político ficou rico entre os anos de 1839 e 1850, com a escravidão. Quando já era proibido o tráfico de escravos no Brasil, Joaquim trouxe quase 12 mil pessoas (incluindo crianças) para serem escravizados no estado da Bahia. A partir de então, também começou a ser agiota.

Parte desse dinheiro ele usou para fazer caridades, como ajudar algumas vítimas de tragédias (como a seca) em estados do Nordeste, dessa forma a imagem de benfeitor ficaria marcada na história e sua a participação no tráfico de humanos foi esquecida por grande parte das pessoas.

Atualmente é possível encontrar monumentos de Marinho perto do Hospital Santa Izabel, em Salvador.

Floriano Peixoto

Os monumentos brasileiros
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Também conhecido como Marechal de Ferro, o  segundo presidente da República promoveu muitos conflitos, ordenou o fuzilamento de diversas pessoas e usou a repressão como arma para controlar a população e algumas revoltas, como a Revolução Federalista.

Sua homenagem está localizada em Cinelândia, no Rio de Janeiro e também no nome da capital de Santa Catarina, Florianópolis.

Tiradentes

Os monumentos brasileiros
Imagem de Paula Santinati

Um dos personagens históricos mais conhecidos do Brasil é Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Além de integrante da Inconfidência Mineira, este dentista amador também era alferes dos Dragões de Minas, ou seja, seu trabalho era caçar escravos que haviam fugido. E até o último dia de sua vida, ele também era dono de escravos.

Ele recebe diversas homenagens pelo Brasil, mas as mais conhecidas ficam em Minas Gerais, em cidades como Ouro Preto e Tiradentes (foto).

Francisco Dias Velho

Os monumentos brasileiros
Imagem do Google

Desta vez é o bandeirante paulista que fundou Nossa Senhora do Desterro (atualmente conhecida como Florianópolis). Sua imagem está no brasão do munícipio até os dias de hoje, mas quando chegou ao local com sua família e alguns jesuítas, quem fez o trabalho braçal foram seus 500 escravos.

Para alguns historiadores, ele é conhecido como um impiedoso caçador de índios, mas um homem corajoso por expulsar piratas que desejavam terras e ouro brasileiro.

Além disso, ele também ganhou diversas homenagens, como obeliscos e estátuas em Santa Catarina.

10 documentários sobre meio ambiente

Com a grande degradação do meio ambiente, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu que o dia 5 de junho seria o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Nos últimos anos graves retrocessos na proteção ambiental foram acometidos no mundo e principalmente no Brasil, que desde 2018 há constantes desmatamentos. Apenas no mês de abril deste ano o crescimento foi de 45% em relação ao mesmo mês em 2020.

Para entender a beleza e a importância do meio ambiente, alguns documentários são essenciais, então separe um tempo do seu dia para assistir alguns itens desta lista.

Mais informações aqui.

  • Nosso Planeta 
  • Para Onde Vai o Nosso Lixo?
  • Seremos história?
  • Em Busca dos Corais
  • One Strange Rock 
  • A Lei da Água
  • Catching the sun
  • Cowspiracy
  • Escolhas Alimentares
  • Uma Verdade Inconveniente 

5 personagens da Disney inspirados na vida real

Alguns personagens marcam a nossa infância ou até mesmo toda a nossa vida, mas você realmente conhece eles? Qual a história e inspiração por trás de nomes como Chapeleiro Maluco?

Rola pra baixo pra descobrir e se desencantar com estas revelações.

Chapeleiro Maluco

O personagem mais engraçado de Alice no País das Maravilhas foi inspirado nos vários chapeleiros que existiram durante o século XVII, os chapéus eram acessórios muito importante para a classe alta da época, pois mostrava status e poder. Na hora da confecção, era usado muito mercúrio e como os locais de trabalhos antigamente não tinham boa ventilação, eles acabavam inalando este elemento tóxico. Com isso, a maioria acabava com problemas neurológicos como desordem na fala, ansiedade e muito mais.

O criador da história,  Lewis Carrol, apenas adaptou essas características de uma forma menos perturbadora.

A balada de Hua Mulan 

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Apesar da história não ser verdadeira, alguns contos antigos falam sobre uma garota que viveu entre os séculos IV e V e foi para a guerra no lugar de seu pai disfarçada de homem e lá, batalhou durante quase doze anos. Existem vários finais diferentes em cada um dos contos, um deles diz que Mulan conseguiu voltar para casa e todos tinham muita admiração pela sua força.

Mas nem todos os finais são felizes, um deles mostra como tudo mudou quando a garota voltou para casa. Encontrou seu pai morto e o seu amor nunca mais foi encontrado, com tanta tristeza e lembranças horríveis da guerra, ela cometeu suicido.

A Bela e a Fera

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Essa história teria sido inspirada em um casal verdadeiro, alguns registros históricos apontam que um casal chamado Pedro e Catherine Gonsalvus, que viviam na região das Ilhas Canárias, na Espanha, durante o século XVII. Pedro tinha a síndrome de hipertricose, também conhecida como síndrome do lobisomem, onde o corpo é coberto por pelos.

Quando criança, era considerado uma raridade e por esse motivo foi dado como uma forma de presente no dia da coroação de um rei, onde foi bem cuidado e ganhou uma boa educação, porém, quando o rei morreu, a criação do garoto passou para a rainha Caterina di Medici e ela lhe arranjou um casamento. Assim que a escolhida viu a aparência de Pedro, se assustou, mas com o passar do tempo percebeu que ele era uma pessoa boa e os dois se apaixonaram.

Moana

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O filme traz muitas menções aos elementos da cultura polinésia e sua mitologia. Um destes elementos é a religião daquele povo, eram politeístas e haviam uma série de deuses e semideuses que normalmente habitavam os templos das ilhas. Um desses semideuses é Maui, conhecido por criar o fogo, as horas do dia e as próprias ilhas da região.

Além disso, para fazer um filme o mais real possível, enviaram um grupo de profissionais como antropólogos e historiadores para as ilhas de Tahiti, Huahine, Moorea e Maupiti para entenderem melhor como funcionava a cultura e a real aparência do país.

Pocahontas

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A jovem que estrela o filme, na verdade era conhecida como Amonute ou Matoaka, filha do líder Powhatan. Sua aldeia era localizada em uma região de Virgínia, nos Estados Unidos. Ela acompanhou a batalha entre colonos e norte americanos durante toda a sua vida.

Como a garota visitava os locais de conflito para ajudar tanto seu povo, quanto os europeus dando-lhes comida, era comum ser vista nestas áreas. Entre seus 10 e 12 anos resgatou um homem chamado John Smith mas nenhum relacionamento amoro aconteceu.

Em seus 17 anos, foi raptada para que servisse como moeda de troca entre povos, já que o líder era seu pai. Ficou presa por mais de um ano, mas foi onde conheceu John Rolfe. O homem aceitou a liberar com a condição de que os dois se cassassem e assim o fez. O primeiro casamento entre um europeu e um norte americano havia acontecido, e agora Matoaka fora batizada como Rebecca e levada para a Inglaterra.

Úrsula

A pessoa que inspirou a criação da vilã de A Pequena Sereia é uma drag queen, chamada Divine (ou Glenn Milstead).

Para a criação de Úrsula, além das características físicas, aproveitaram de parte da personalidade de Milstead, como a busca por liberdade e o sarcasmo. Como a vilã fazia parte de um filme infantil, tudo isso foi suavizado para que se adequasse ao mundo do conto de fadas.

Apesar de já ter estreado em filmes, infelizmente Divine morreu antes que a personagem da Disney fosse ao ar, mas amigos próximos dizem que ela se sentiria honrada em ter um papel tão importante para o cinema.